Meras constatações.

7 de Fevereiro de 2010

Voltei ao mesmo, já não sei o que pensar… *

Será que…


Iludi-me ou estou a fazer uma tempestade num copo de água?



*Há máscaras muito difíceis de corromper…


Aиล

5 de Fevereiro de 2010

Se perguntarem por mim…


…digam que estou algures por baixo dos meus livros.


(necessito urgentemente um GPS)
(estou a exagerar)

ɐиɐ

4 de Fevereiro de 2010

Confissões II

Não gosto dessa tua atitude.

Tu ouviste ontem alguém dizer que “quando se gosta de alguém é preciso partilhar os amigos”, ouviste mas não interiorizaste nem aplicaste a ideia e muito menos descodificaste e viste a verdadeira essência de tal frase. Às vezes farto-me, juro que me farto, quando falas para mim e começas a rebaixar alguém que me rodeia (eu não tenho culpa que seja como é), eu sei que não me dizes directamente mas sei o queres dar a entender, sei que não me queres “partilhar”, que achas que esse alguém não é um ser perfeito. Mas quem realmente o é? Eu não sou. E tu também não.
Sinceramente eu também não gosto de certas almas que coabitam contigo e de vez em quando tenho de levar com elas. Mas nunca mandei frases para o ar à espera que tu as agarrasses, quando tive algo a dizer disse-to na cara, tu não acarretaste o conselho mas o problema é teu eu fiz a minha parte.
Agora se me queres dizer algo diz, mas já, porque eu estou a ficar farta.




E também não gosto dessa tua atitude.

Tu ao contrário dela não dizes nada, absolutamente nada. Apenas olhas, só segues com o olhar, reviras os olhos e olhas-me fixamente. Só estou à espera, com um bocadinho de receio, que um dia troques os olhos.
Achas sempre que eu não sei que algo está errado.
Por isso troca lá esses olhares por miúdos.




Eu não quero que se dêem bem, apesar de não entender porque não conseguem estar muito perto uma da outra, só quero que não me façam escolher nem me rasguem ao meio para depois me encostarem a um canto.



Eu gosto destas duas pessoas imperfeitas, mas farto-me de ter de estar sempre a ignorar estes factos.



 
Aиล

3 de Fevereiro de 2010

Blue Moments 13#


1 de Fevereiro de 2010

Era uma vez… (ler em tom filosófico, s.f.f.)





… um belo começo de semana, com um imenso sol a brilhar no céu dando um aperitivo para a refeição principal, a Primavera. Assim, pequenas flores começam a florir enchendo lentamente a paisagem de cor, polvilhando o ar com o seu esplendoroso pólen e com a ajuda do vento levam as suas características além fronteiras, contribuindo para a variabilidade genética que tanto nos encanta o olhar. Além fronteiras e quiçá aos narizes dos pobrezinhos que sofrem nesta maravilhosa altura do ano ficando com os olhos inchados e vermelhos (como quem andou a snifar algo ilícito ou então uma cebola), um nariz que parece um pimento (vermelho e quase sem pele) e uma voz para lá de fanhosa, ou seja, as mais belas personagens que indicam que a “prima da Vera” está quase, quase a “abancar” por estes lados. Ai gosto tanto!




Por isso se quiserem saber se a primavera está quase a chegar não vejam a meteorologia, não examinem o calendário, não liguem à Maya…


…olhem apenas para mim, simples! (Atchim…)




 

Um grande santinho! a quem também padece desta enfermidade,

Aиล




P.S. Só cheguei à fase dos olhos, para já!
P.S.2 E depois de rabiscar isto a contagem de espirros já vai acima dos 10. Ainda vão escrever o meu nome no Guinness Book, ai vão!


30 de Janeiro de 2010

Adágio 9#

29 de Janeiro de 2010





"(…) we're meant to lose the people we love. How else would we know how important they are to us?"


in "The Curious Case of Benjamin Button" (filme)

28 de Janeiro de 2010

Confissões I

Eu podia ficar chateada (podia mesmo!), porque eu não gosto de almoçar sozinha, mas não fico. Sabes porquê? Porque não me consigo chatear contigo, porque eu percebo que só eram 3 lugares, porque eu até entendo (mal) a treta da masculinidade e tal, porque até conversas comigo a um metro e meio de distância; não percebo muito bem porque é que antes largavas tudo e vinhas ter comigo e agora não, mas faço uma pequena ideia. Até estou a ser compreensiva demais porque tu fazes tudo aquilo de que preciso, sem precisar de o dizer, basta um olhar (e és o único, és único). Enfim, tu preocupaste comigo e passas tempo comigo, poderia pedir mais…


…mas não vou, isso chega-me pois nunca te pedi tanto.

 
 
Aиล